Amor, uma palavra tão profunda e tão esvaziada.
Ao Longo dos anos essa palavra “Amor” caiu no mais intenso esvaziamento, não porque ela perdeu o sentido existecial dela mesma, mas pela má utilização, pela má aplicação. O amor caiu no marasmo das paixões, caiu no desatino das loucuras “tudo que fiz por amor”. Muitos não entederam que o amor antes de tudo tem consciencia de existir, nunca é por impulso, nunca é natureza humana. O Amor, é primeiramente, dom divino. Sem esse dom o sentimento não é de amor é paixão, uma adaptação de bem querer com o interesse pelo que o outro pode nos dá!
A questão é, banalizaram o amor, banalizaram a preciosidade do dom de Deus. Matam em nome do amor, ferem em nome do amor, excluem em nome do amor, tudo o que é avesso ao amor, recebe como motivação o amor! O que na verdade, tem patologias, egoismo, maldade coletiva.
Diferente é, alguém se sacrificar, poupar a vida de outros, ser como Cristo na cruz, maior exemplo de Amor. O Amor não mata, ele se doa até a morte. Ele se compraz com o ser Divino para que a vida seja e venha em primeiro lugar. O amor, se sacrifica, porque todo amor sacrificado gera frutos, ou seja, gera mais amor, gera mais vida!
Esvaziar o amor é esvaziar Deus da vida do ser humano, é tirar o Criador da vida da Criatura. Sem o amor, o ser humano não não vive ele vegeta como todos os demais animais, fica no instinto, o ser humano se animaliza. Cria apenas um “sentimento” de pertença por algo, uma vez que perdido esse sentimento, tudo se indiferencia.


